NUTRIÇÃO

LCPUFAs: os lipídios fundamentais para o desenvolvimento do bebê

28 de janeiro de 2019 , por Equipe Danone Baby

Os LCPCUFAs são lipídios que contribuem para o desenvolvimento do cérebro e da visão do bebê


O desenvolvimento do cérebro atinge seu pico entre o terceiro trimestre de gestação e os dois anos de idade. Portanto, antes mesmo de dar os primeiros passinhos ou falar as primeiras palavras, as células cerebrais do bebê estão trabalhando como nunca na vida.

Nesse período, as células cerebrais podem fazer até mil novas conexões por segundo, o que permite o progresso de funções como visão, audição, olfato e cognição. Para que o cérebro se desenvolva direitinho, a melhor orientação é amamentar.

O leite materno também contém substâncias chamadas LCPUFAs, lipídios que proporcionam efeitos benéficos para o metabolismo e a formação do sistema nervoso do bebê. Vamos entender melhor?

O que são LCPUFAs

Os LCPUFAs presentes no leite materno são o DHA (ácido docosa-hexaenóico), um ácido graxo do tipo Ômega-3, e o ARA (ácido araquidônico), integrante da família do Ômega-6. Quando ingeridos pelo bebê, proporcionam efeitos benéficos para o metabolismo e a formação dos sistemas nervoso, visual, metabólico e imunológico. Eles são responsáveis, inclusive, pela formação dos neurônios e da mielina, uma estrutura que permeia as fibras nervosas e ajuda a conduzir os impulsos nervosos mais rapidamente.

Portanto, os LCPUFAs são fundamentais para a formação dos principais tecidos do organismo. No caso dos bebês, quando DHA e ARA são ingeridos, incorporam-se nas membranas celulares e podem alterar a função de cada célula e tecido de forma positiva. Tais componentes auxiliam:

  • O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal), melhorando a função cognitiva do pequeno e seu desenvolvimento global;
  • O desenvolvimento visual, resultando em melhor acuidade visual, ou seja, a capacidade do olho em identificar o contorno e forma dos objetos;
  • A saúde cardiovascular, melhorando a pressão arterial;
  • O sistema imunológico, protegendo a criança contra alergias na primeira infância.

É importante ter sempre em mente que tudo o que a mãe come durante a gestação e a amamentação também tem influência na composição do leite. Portanto, adotar uma alimentação saudável é fundamental para que o bebê receba a nutrição adequada. Sob orientação médica, é possível investir em uma dieta equilibrada e saudável desde o resultado do teste de gravidez.

 



Referências bibliográficas

Francisca Echeverría Gonzáleza, Rodrigo Valenzuela Báeza. In Time: Importância dos Ômega 3 na Nutrição Infantil. Sociedade de Pediatria de São Paulo. 2017.


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