COMPORTAMENTO

Turma de bebês: a importância da socialização

15 de agosto de 2018 , por Equipe Danone Baby

O seu bebê pode ter vida social e conviver com outras crianças desde cedo, a partir dos seis meses


Logo no início da vida, o bebê desenvolve sua capacidade de socializar. A partir dos quatro meses de idade, passa a reconhecer outros bebês e, aos pouquinhos, a interagir com eles.

Para o bebê de seis meses, os pais ainda são suas pessoas favoritas no mundo. No entanto, ele já está mais aberto e animado para conhecer pessoas novas. Primeiro, irá sorrir para outros bebês e imitar os sons que eles fazem. Conforme ficar mais independente e desenvolver outras habilidades, estará apto a brincar com seus brinquedos ao lado de outros pequenos. Após o primeiro ano de vida, aprenderá a fazer amigos, a interagir com crianças de diversas idades e a observar o que elas fazem.

Mesmo se o seu bebê ainda estiver na fase de apenas sorrir para outros bebês, é importante socializá-lo. Em grupos maiores e organizados, estará pronto para expandir seus horizontes e explorar o mundo. Uma das formas de fazer isso é conhecendo outras pessoas.

De acordo com Corina John, educadora de primeira infância e colaboradora de apoio familiar em um Centro de Primeira Infância em Ontário, no Canadá, interagir com outras pessoas no início da vida desenvolve habilidades sociais e confiança. Em entrevista ao site Today’s Parents, ela afirma que a socialização infantil é uma das bases do desenvolvimento saudável da linguagem e até da empatia.

Como socializar o bebê

A forma mais comum de socializar o bebê é colocá-lo na creche ou escolinha. Nessas instituições, terá atenção integral e poderá conviver com crianças da mesma idade. No entanto, quem prefere deixar o bebê mais um tempo em casa pode combinar encontros com os vizinhos que também têm filhos pequenos em pracinhas, centros culturais ou no pátio do seu prédio ou condomínio.

Após o fim da amamentação exclusiva, aos seis meses de idade, organizar encontrinhos é bem mais fácil. Afinal, o bebê não tem a necessidade de mamar tantas vezes por dia e sua rotina está melhor estabelecida, incluindo seus horários de sono. Portanto, a liberdade é bem maior.

Para a mulher, organizar encontros com outras mães também é vantajoso. Durante o período de licença-maternidade e amamentação exclusiva, suas atenções estão focadas principalmente na rotina do filho. Sair de casa, portanto, é praticamente um luxo. Mas ao marcar oportunidades para brincadeiras, tem a chance de espairecer, conversar com outras pessoas e respirar um pouco de ar puro.

Por fim, esses encontros podem funcionar como uma rede de suporte para a mãe. Além de socializar, ela conversa com outras pessoas sobre o desenvolvimento do bebê, suas preocupações, frustrações e até mesmo seu cansaço.



Referências bibliográficas

Sociedade Brasileira de Pediatria (Filhos: da gravidez aos 2 anos de idade), Children’s Therapy & Family Resource Centre (“Infant Developmental Milestones”), Zero to Three (“A Social Life After Baby? Yes”), Today’s Parent (“Strategies to Socialize your Baby”) 

 

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