COMPORTAMENTO

6 dicas para você se planejar financeiramente para ter um filho

09 de outubro de 2018 , por Equipe Danone Baby

Prever gastos indispensáveis e comprar só o necessário para os primeiros meses são dicas valiosas


Criar um filho não é barato, todo mundo sabe disso. Mas, com um bom planejamento financeiro, dá para encarar o desafio com segurança. Colocar as finanças em ordem, criar prioridades e fazer uma previsão realista ajuda a controlar a ansiedade e a evitar surpresas em momentos delicados, como o final da gravidez ou os primeiros meses do bebê.

O planejamento financeiro pode ser feito antes mesmo de engravidar. Listamos alguns passos para que você se organize com responsabilidade e sem crise:

1 – Calcule os valores do pré-natal e do parto

No Brasil, as gestantes têm duas opções: usar o Sistema Único de Saúde (SUS) e fazer todo o processo gratuitamente ou pagar um médico privado. Se você tem convênio particular, verifique o que ele cobre. Dependendo da sua cobertura, certas despesas devem ser pagas à parte, como exames específicos. Também é preciso atenção ao período de carência.

Também verifique se os médicos, laboratórios e hospitais que o seu plano cobre te agradam. Ter um bebê é diferente de marcar uma consulta pontual. É preciso ter total confiança no médico, sentir-se confortável com ele e no ambiente onde o bebê irá nascer.  

2 – Liste as principais necessidades dos bebês nos primeiros meses

Montar o enxoval do bebê é uma delícia. Tão bom que é fácil se empolgar e comprar mais do que o necessário. Para evitar que isso aconteça, faça uma listinha das principais necessidades nos primeiros meses e a divida em três colunas: o que você deve comprar já, o que pode ser comprado mais tarde e o que você pode aproveitar de irmãos mais velhos, primos ou amigos.

3 – Pesquise valores de escolinhas e plano de saúde

Se você tem planos de colocar o bebê em uma escola particular e de contratar um plano de saúde para o pequeno, pesquise os preços antes mesmo de engravidar. Creches e escolas de ensino infantil costumam custar tão caro quanto os colégios para crianças mais velhas. Tais gastos poderão ocupar uma boa fatia do seu orçamento mensal.

4 – Preveja gastos com farmácia

Prepare-se para gastar dinheiro na farmácia, pois bebês e crianças – principalmente quando vão para a creche – podem ficar doentes com certa frequência.  

Outro gasto considerável são as vacinas – ainda que o SUS disponibilize várias nos postos de saúde, há algumas vacinas recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, como a contra Meningite B, que só estão disponíveis em clínicas privadas. Veja aqui uma listinha.  

5- Planeje sua carreira  

Você não precisa planejar o que irá fazer anos após o nascimento do bebê. Mas é interessante pensar em como serão os primeiros dois ou três anos – principalmente o período logo após o parto.  

Ao decidir pela gravidez, o casal deve conversar sobre as possibilidades. Se ambos são autônomos, por exemplo, será preciso fazer uma reserva financeira para que um dos dois fique em casa com o pequeno nos primeiros meses. Se for preciso voltar a trabalhar, deve-se colocar na ponta do lápis os gastos com escolinha ou babá.

6 – Elimine gastos supérfluos

Eliminar gastos desnecessários é uma das formas de economizar para ter um bebê. Se você tem problemas para se organizar financeiramente, chegou a hora de botar as finanças em ordem e, se necessário, conversar com um profissional que possa te ajudar nesse planejamento. Consumir de forma consciente vai desde reduzir compras exageradas de vestuário ou eletrônicos até sanar dívidas de cartão de crédito e ficar livre do pagamento de juros.

E, acredite, ter um planejamento com os gastos previstos na ponta do lápis, vai além da tranquilidade financeira: faz bem para a saúde mental e traz um sono mais tranquilo. Quer clima melhor para encomendar o bebê?

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Referências bibliográficas

Bank of America (“Are you financially prepared for a baby?”)
Essential Baby Australia (“Eight month financial plan forababy”),
Sociedade Brasileira de Pediatria (“Filhos: da gravidez aos 2 anos de idade”) 

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